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cmux-hibernatelisted

Use quando o usuário quiser fechar o cmux para liberar memória ou reiniciar a máquina sem perder as sessões do Claude Code abertas, e quando quiser conferir ou restaurar o ambiente depois de reabrir. Cobre "vou fechar o cmux", "a máquina está travando", "será que voltou tudo?", "reabra minhas sessões".
fernando-bertholdo/4-successful-AI-life · ★ 2 · AI & Automation · score 66
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# cmux-hibernate Hiberna as sessões Claude Code espalhadas pelos workspaces do cmux e as traz de volta, sem recriar o consumo de memória que motivou o fechamento. ## Antes de fechar o cmux ```bash python3 "${CLAUDE_PLUGIN_ROOT}/scripts/hibernate.py" # dry-run python3 "${CLAUDE_PLUGIN_ROOT}/scripts/hibernate.py" --apply # desarma e grava ``` Rode o dry-run primeiro e mostre o resultado ao usuário. O `--apply` **muta** os bindings do cmux — só use depois que ele confirmar. A aba de onde o comando roda é preservada: é a única sessão que sobe quando o cmux reabre, e de onde a conferência pode ser pedida. Use `--all` apenas se o usuário quiser zero sessões vivas. ## Depois de reabrir ```bash python3 "${CLAUDE_PLUGIN_ROOT}/scripts/wake.py" # confere python3 "${CLAUDE_PLUGIN_ROOT}/scripts/wake.py" --up all # sobe tudo python3 "${CLAUDE_PLUGIN_ROOT}/scripts/wake.py" --rebuild # recria o que sumiu ``` No caminho normal nada é necessário: cada aba acorda quando o usuário a abre. ## Ao interpretar a saída - **dormindo** é o estado saudável depois de hibernar, não um problema. Não sugira `--up` por reflexo — só se o usuário pedir tudo de volta. - **ausentes** significa que a aba não existe mais na estrutura. É o caso de `--rebuild`. - **sem transcript** não é recuperável: o histórico não existe mais em disco. Diga isso com todas as letras em vez de sugerir tentativas. - **anomalia: sessão em mais de uma aba** é pulada de propósito. Reporte, não